sábado, 17 de junho de 2023

A HERESIA DA SEMENTE DA SERPENTE

E GEROU A CAIM...

Existe uma heresia pregada por ai que Eva teria tido relações sexuais com a serpente e dessa relação teria gerado um fruto, segundo a heresia, este fruto seria Caim, e essa heresia chama-se  "A Semente da Serpente". 

Partindo dessa TEORIA ABSURDA, os descendentes de Caim seriam filhos da serpente, e eles inclui nesta lista de descendentes raças ou grupos de quem eles escolhem não gostar. Esta ideia está enraizada em crenças supersticiosas e é particularmente popular entre os supremacistas brancos e antissemitas. Distintos falsos profetas e falsos mestres, como Arnold Murray, da Shepherd’s Chapel, e William Branham defendiam essa ideia.

VAMOS PENSAR PELA LÓGICA

Seja um ser pensante.

A população é o conjunto de indivíduos da mesma espécie que são capazes de se reproduzirem e ter descendentes férteis.

Questão científica:

Será que é possível haver cruzamento entre um animal e um ser humano e desse cruzamento ser gerado um fruto? 

Segundo a especialista em Anatomia Veterinária Comparada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), professora Sueli Reckziegel, a suposta cruza entre um homem e uma cabra é impossível.

- Apesar de o ser humano ser classificado biologicamente como animal, não existe a possibilidade de nascer um filhote de uma relação entre homem e cabra. Os DNAs das duas espécies são incompatíveis, disse ela.

QUESTÃO ECLESIÁSTICA PARA VOCÊ PENSAR

Para que então Deus teria a necessidade de criar um ser para Adão se já existia diversos animais no campo? Se o cruzamento fosse possível não haveria necessidade de se criar Eva.

Por acaso Deus é Deus de confusão??? 

A própria bíblia Responde:

"...porque Deus não é Deus de confusão..." 1 Cor. 14:33a

Agora perceba o que diz em Gênesis Cap. 2:20, "E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo animal do campo; mas para o homem NÃO SE ACHAVA ADJUNTORA que estivesse como diante dele."

REPETINDO: NÃO SE ACHAVA ADJUNTORA QUE ESTIVESSE DIANTE DELE (ADÃO)

Além disso, essa doutrina viola o princípio apresentando em  Gênesis capítulo 1, de que cada espécie deve viver e se reproduzir somente "DE ACORDO COM SUA ESPÉCIE".

Outra fator determinante para fazer "cair por terra" essa heresia é que a própria Palavra de Deus AFIRMA que o pai de Caim foi Adão, pois este CONHECEU sua mulher, Eva e ela deu a luz a Caim conforme Genêsis 4:1, "E CONHECEU Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu, e teve a Caim, e disse: Alcancei do Senhor um varão."

O termo hebraido que traduz CONHECER é yada, que foi traduzido em grego, pela LXX, com o verbo ginoskein.

O significado deste verbo bíblico abrange diversas dimensões. Não se trata somente do aspecto intelectivo, mas compreende também o sentimento e o querer.

CONHECER indica também o ATO SEXUAL, pois se conhece também com a paixão e a ação, com a comunhão dos corpos, com a convivência, com a contrução mútua de um projeto. conforme o dicionário Strong H03045

ידע | yaw-dah' 

1a3-) CONHECER (uma pessoa de forma carnal)




CONCLUSÃO:

ESTÁ PROVADO REALMENTE QUE DEUS NÃO É DEUS DE CONFUSÃO! 

Sendo assim, concluí-se que essa teoria de que Eva deitou com a serpente e desse relacionamento foi gerado Caim é totalmente anti bíblico.

Que Deus te abençoe 

Apóstolo Pedro Cordeiro

Apóstolo no sentido de "enviado" a pregar a palavra, pois só existe UM PASTOR, a saber JESUS CRISTO!

Referências:

CASO DA CABRA, 2014, <http://diariogaucho.clicrbs.com.br/rs/dia-a-dia/noticia/2014/10/especialista-em-anatomia-veterinaria-explica-que-filhote-nao-e-descendente-do-ser-humano-4622308.html> Acessado em 17/06/2023













quinta-feira, 8 de junho de 2023

Como morreram os 14 apóstolos de Jesus Cristo


 

Como os 14 apóstolos de Cristo morreram nem sempre ficou claro para os estudiosos religiosos. Há citações no Novo Testamento, em textos apócrifos e até mesmo relatos dos primeiros cristãos sobre o que pode ter acontecido com cada um deles.


É certo que alguns destes relatórios diferem entre si, mas há sempre uma explicação que é mais aceitável e considerada mais fiável. O que sabemos é que os apóstolos deixaram suas vidas pessoais e se juntaram a Jesus em sua missão de vida, e depois de sua morte eles foram encarregados de evangelizar o mundo, mesmo que tivessem que morrer por isso. Naquela época, os missionários eram muito perseguidos e muitos foram mortos como Jesus.

Após a morte de Jesus, os apóstolos continuaram a espalhar o cristianismo de Jerusalém para Damasco, Antioquia, Ásia Menor, Grécia e, finalmente, Roma. Veja como cada um deles vive de acordo com os registros e tradições bíblicas.

O título cita 14, pois nesta postagem quis colocar, além dos 12 escolhidos por Jesus, foi citado Matias que foi escolhido apóstolo por sorteio em Atos 1:12-26 e Paulo que foi arrebatado ao terceiro céu e aprendeu de Jesus Cristo coisas inefáveis. (II Coríntios 12:2)


Pedro

Pedro era o mais velho discípulo e foi a ele que Jesus confiou a liderança da igreja e dos apóstolos. Veja o que está escrito:

“Eu lhe digo que você é Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não poderão vencê-la. Eu lhe darei as chaves do Reino dos céus; o que você ligar na terra terá sido ligado nos céus, e o que você desligar na terra terá sido desligado nos céus". (Mateus 16:18,19)

Após a morte de Cristo, foi Pedro quem conduziu a missão de pregar o evangelho a todas as pessoas. Seu trabalho missionário continuou até o fim de sua vida, 68 anos após o nascimento de Cristo. Depois que Cristo foi morto, o apóstolo continuou sua obra missionária por mais 35 anos. Diz a tradição que ele foi morto crucificado em Roma, porém, teria pedido para ficar de cabeça para baixo pois não se achava digno de morrer como o seu Senhor.

André

André era irmão de Pedro, e também era pescador. Ele já era seguidor de João Batista, e quando encontrou Jesus, apresentou seu irmão Pedro a ele (João 1:41-42).

André é mencionado em diversos momentos importantes nos Evangelhos e era um dos discípulos mais próximos de Jesus, junto com Pedro, João e Tiago. O apóstolo esteve presente quando Jesus falou sobre o fim dos tempos (Marcos 13:3-4), na ascensão de Jesus (Atos dos Apóstolos 1:3-5; Atos dos Apóstolos 1:13-14) e desempenhou um papel ativo na expansão da igreja Primitiva (Atos 6:2-4 / 8:1).

A tradição revela que André também foi muito torturado antes de ir para a cruz na Grécia. Ele estaria em missão na província de Acaia onde foi crucificado. Só que desta vez por uma cruz em formato de X. Seus restos mortais foram encontrados séculos depois e levado para a Escócia pelo mar, onde o barco teria naufragado. Por isso, até hoje existe uma ilha chamada Santo André.

João

João era o discípulo mais jovem que Cristo tinha e também era conhecido como “o discípulo a quem Jesus mais amava” (João 13:23 / 21:20). Com Pedro e Tiago, João era parte dos amigos íntimos de Jesus e presenciou milagres e revelações. Ele também foi o único apóstolo que acompanhou Cristo até a sua crucificação. Segundo a tradição, ainda jovem ele teria sido lançado vivo em óleo fervente mas não sofreu dano algum. Tempos depois, por ordens do imperador Domiciano, João foi levado cativo para a Ilha de Patmos onde recebeu a revelação do Apocalipse (Apocalipse 1:1,2). Acredita-se que ele tenha morrido de causas naturais aos 94 anos, na cidade de Éfeso.

Felipe

Filipe foi a terceira pessoa a ser chamada por Jesus ao discipulado (João 1:43). O apóstolo participou de muitos milagres e foi a ele que Jesus perguntou como poderiam alimentar a multidão, no episódio da multiplicação dos pães e peixes (João 6:5-7). O discípulo deu continuidade à missão na Ásia, nas regiões de Frígia e Hierápolis. A história da morte de Felipe é confusa, e até hoje não se sabe ao certo como morreu. Há relatos de que ele tenha morrido de causas naturais, mas também existem estudiosos que acreditam que ele morreu enforcado, apedrejado e até crucificado em Hierápolis.

Bartolomeu

Existem poucas referências na Bíblia sobre o apóstolo Bartolomeu, seu nome é mencionado apenas na lista de discípulos (Mateus 10:3; Marcos 3:18; Lucas 6:14-16; Atos 1:13). Segundo alguns registros, que não estão na Bíblia, o apóstolo pregou pela Ásia menor até a Índia e teria sido esfolado e crucificado de ponta a cabeça em Albanópolis, na Armênia. Existe outra versão de tradição católica que alega que ele foi açoitado até a morte e seu corpo jogado ao mar.

Mateus

Mateus era judeu e tinha boas condições financeiras pois trabalhava como publicano - recolhendo os impostos para o império romano. Os publicanos eram mal vistos pela sociedade judaica. Mas foi exercendo esta função, que Jesus o chamou para segui-lo (Mateus 9:9).

Autor de um dos evangelhos, Mateus revelou muitos detalhes a respeito do ministério e da vida de Jesus. Segundo relatos, o apóstolo teria percorrido toda a Pérsia, Judeia e Etiópia, onde veio a ser morto. A causa de sua morte teria sido por conta de um ferimento de espada. Mas também há quem acredite que ele tenha morrido de causas naturais. Seu túmulo se encontra em Salerno, cidade italiana.

Tomé

Apesar de poucos detalhes bíblicos, podemos perceber a personalidade de Tomé: um homem sincero, mas pessimista e incrédulo em certos pontos. No episódio no qual Jesus decide voltar à Judéia para ressuscitar Lázaro, com o risco de ser apedrejado. Tomé faz um comentário a respeito da decisão, veja o que ele disse:

“Então Tomé, chamado Dídimo, disse aos outros discípulos: "Vamos também para morrermos com ele". (João 11:16)

Após a morte de Cristo, o apóstolo ganhou destaque nos relatos bíblicos ao dizer que só poderia crer na ressurreição de Jesus se pudesse tocar em suas marcas. Tomé ansiava em ver Jesus, mas a ansiedade se transformou em incredulidade. Uma semana após ressuscitar, Jesus apareceu a Tomé, mostrou as suas marcas e assim o discípulo creu. (João 20:27-29).

Há relatos de que ele morreu a flechadas enquanto estava orando e sua morte teria sido encomendada pelo rei de Milapura, na cidade indiana de Madras, no ano 53 depois de Cristo.

Simão

Pouco se sabe sobre Simão, além de sua origem. Ele era natural de Caná da Galileia. Não há detalhes sobre a sua morte, mas segundo a tradição católica o apóstolo foi cortado ao meio por um serrote. Nos escritos de Hegésipo, o apóstolo teria sido martirizado aos 120 anos durante o império de Trajano. E existem outras versões que alegam que ele foi crucificado ou queimado vivo numa fogueira, na Armênia.

Tiago, filho de Zebedeu

Tiago era irmão do apóstolo João, e os dois foram apelidados por Jesus de “filhos do trovão” (Marcos 3:17; Lucas 9:54). Ele trabalhava no barco do pai em sociedade com Pedro e André, e foi nas margens do mar da Galileia que se tornaram discípulos de Jesus.

Tiago também fazia parte dos discípulos mais chegados a Jesus. Ele esteve presente na ressurreição da filha de Jairo (Marcos 5:37), na transfiguração (Mateus 17:1,2) e no Getsêmani (Mateus 26:36,37). Foi o primeiro apóstolo a ser martirizado e o único a ter um registro bíblico sobre o acontecimento. O apóstolo foi decapitado a mando de Herodes por volta do ano 44 depois de Cristo, na mesma ocasião em que Pedro havia sido preso (Atos 12,1,2).

Tiago, filho de Alfeu

Ao contrário de Tiago, filho de Zebedeu, há pouquíssimos detalhes sobre a trajetória de Tiago, filho de Alfeu. Existem apenas 4 citações referentes ao apóstolo, depois você pode ler na sua casa os versículos de Mateus 10:3; Marcos 3:18; Lucas 6:12-16; e Atos 1:13.

Há dois relatos das causas da morte de Tiago. O primeiro diz que ele foi crucificado, assim como Jesus no Egito no ano de 62 d.C. O apóstolo tornou-se missionário na Palestina e no país onde foi morto. Outra hipótese, levantada pelo historiador Flávio Josefo, é que ele teria sido apedrejado até a morte a mando de Ananias, um sumo sacerdote que queria que Tiago denunciasse alguns cristãos.

Judas Tadeu

Depois da morte de Cristo, Judas escreveu uma das cartas presentes no Novo Testamento, onde contém algumas referências sobre o fim dos tempos. Diferente do Judas traidor, ele respondeu com fidelidade ao chamado do seu Senhor e teve a coragem de entregar a vida por amor a Cristo e por causa do Evangelho. Segundo a tradição, o apóstolo teria evangelizado na Judéia, Samaria, Iduméia, Síria, Mesopotâmia e Líbia antiga. Teria sido martirizado no ano 70 d.C, linchado a golpes de lança, machado e porrete.

Judas Iscariotes

Judas Iscariotes foi o discípulo que traiu Jesus. Curiosamente, ele é o discípulo com o maior número de citações nos Evangelhos, depois de Simão Pedro. Outro detalhe, é que seu nome sempre foi mencionado por último, entre os discípulos. Judas era encarregado da administração do dinheiro (João 13:29). Apesar dessa responsabilidade e de andar com Jesus, o discípulo costumava furtar os valores recolhidos (João 12:6).

Com remorso por entregar Jesus aos sacerdotes em troca de 30 moedas de prata, Judas tentou devolver o dinheiro, mas foi rejeitado (Mateus 27:3-4). Dominado pela culpa, ele jogou o dinheiro dentro do templo e saiu para se enforcar. (Mateus 27:5).

E talvez você esteja se perguntando: "Mas pastor, hoje ainda existem apóstolos como os de antigamente?"

O título de "apóstolo" estava ligado diretamente a pessoas que viram Jesus quando ele esteve na terra. A Bíblia diz em Efésios 4:11 que Deus escolhe alguns para serem apóstolos, por isso, algumas denominações dos dias de hoje consagram pessoas que acreditam ter esse dom ministerial. O fato é que todo o cristão tem um chamado de Jesus para anunciar o Evangelho às pessoas à sua volta. Quem obedece a esse mandamento, segue os passos dos apóstolos, que deram tudo para que muitos conhecessem Jesus.

Matias

Matias, o apóstolo “póstumo”. É assim chamado porque surgiu depois da morte do apóstolo Judas Iscariotes, o traidor. Alguns teólogos se referem à ele como o décimo terceiro apóstolo, pois foi eleito para ocupar esse posto, conforme consta dos Atos dos Apóstolos, na Bíblia.

A eleição dos onze apóstolos deu-se dias depois da Ascensão de Jesus e da vinda do Espírito Santo e assim foi descrita: “Depois da Ascensão de Jesus, Pedro disse aos demais discípulos: “Irmãos, era necessário que se cumprisse a Escritura que o Espírito Santo predisse por meio da boca de Davi, acerca de Judas, que serviu de guia aos que prenderam Jesus. “Porquanto”, continuou Pedro, “está escrito no Livro de Salmos:‘Fique deserto o seu lugar, e não haja ninguém que nele habite’; e ainda: ‘Que outro ocupe o seu lugar’”. (At 1, 21-26) (Salmos 109:8)

As outras informações existentes sobre Matias fazem parte das tradições e dos escritos da época. Esses registros, entretanto, são apenas fragmentos com algumas citações e frases, que foram recuperadas e, segundo os teólogos, são de sua autoria. De fato, existe uma certa confusão entre os apóstolos Matias e Mateus em alguns escritos antigos.

Segundo a tradição Matias evangelizou na Judéia, Capadócia e, depois, na Etiópia. Ele sofreu perseguições e o martírio, morreu apedrejado e decapitado em Colchis, Jerusalém, testemunhando sua fidelidade a Jesus.

Há registros de que Helena, mãe do imperador Constantino, o Grande, mandou trasladar as relíquias de Matias para Roma, onde uma parte está guardada na igreja de Santa Maria Maior. O restante delas se encontra na antiqüíssima igreja de São Matias, em Treves, na Alemanha, cidade que a tradição diz ter sido evangelizada por ele e que o tem como seu padroeiro, SEGUNDA a igreja católica.

Paulo

A Bíblia não diz como o apóstolo Paulo morreu, mas a tradição cristã afirma que ele foi martirizado em Roma durante o governo de Nero, em meados da década de 60 d.C. Nesse período, a perseguição contra os cristãos havia se intensificado.

A morte do apóstolo Paulo não foi a única que ficou de fora do registro bíblico. Na verdade, basicamente a Bíblia não esclarece como morreram os apóstolos de Jesus. O entanto, textos muito antigos que remontam aos primeiros séculos do Cristianismo, e que foram escritos, principalmente, por líderes da Igreja, fornecem respostas sobre isso. É dessa forma que atualmente se tem pelo menos alguma ideia sobre como o apóstolo Paulo morreu.

A maior parte do livro de Atos dos Apóstolos é dedicada a narrar os empreendimentos missionários de Paulo, desde sua conversão quando estava a caminho de Damasco como perseguidor dos cristãos. O livro registra as viagens feitas pelo apóstolo, e deixa claro como ele foi usado pelo Senhor para espalhar o Evangelho pelas mais diversas cidades do mundo romano. Não é por menos que Paulo ficou conhecido como o “apóstolo dos gentios”, porque ele foi o principal responsável por levar a mensagem de Cristo para além do mundo judaico.

Mas sua carreira na fé foi marcada por sofrimento. Por várias vezes ele foi perseguido, maltratado, torturado e preso. O livro de Atos dos Apóstolos registra algumas dessas prisões de Paulo. Inclusive, o livro de Atos termina com Paulo preso durante dois anos em Roma, enquanto aguardava poder comparecer diante do imperador. Ao que parece, esse período de prisão de Paulo deve ter ocorrido entre 60 e 62 d.C.

A maioria dos estudiosos acredita que essa não foi a última prisão do apóstolo Paulo. Na verdade, o próprio apóstolo tinha esperança de ser inocentado e liberado desse aprisionamento (Filipenses 1:25; 2:24; Filemon 1:22). Os estudiosos sugerem que provavelmente Paulo foi libertado antes de 64 d.C., e pôde continuar seu ministério. Ao que parece, depois disso ele visitou a Grécia, especialmente Nicópolis e Tessalônica, também a Ilha de Creta e as cidades de Éfeso, Trôade e Mileto, na Ásia Menor (cf. Tito 1:5; 3:12; 2 Timóteo 1:18; 4:10-20).

Além disso, também é bem possível que Paulo tenha conseguido cumprir o seu desejo externado aos crentes de Roma, de poder ir até a Espanha evangelizar (Romanos 15:23-28). Um texto do século 1 d.C., escrito por Clemente, o bispo de Roma, afirma que Paulo realmente fez essa viagem.

De acordo com a tradição cristã, São Paulo foi decapitado no ano 64 por ordem do imperador Nero. Como ele era cidadão romano, não podia ser crucificado. É costume nas imagens religiosas que os mártires segurem o objeto com o qual foram mortos.

Um destaque do quadro é que São Paulo, que viveu no Oriente Médio e no Sul da Itália, está representado em uma paisagem que mostra o Pico do Jaraguá, o ponto mais alto da cidade, com 1.135 metros de altitude.



sexta-feira, 26 de maio de 2023

SIGNIFICADO DE INIQÜIDADE


 E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.

Mateus 7:23


O que é Iniquidade:

Iniquidade é um substantivo feminino da língua portuguesa e define algo ou alguém que tem um comportamento contrário à moral, à religião, à justiça, à igualdade e etc. A iniquidade é praticada por iníquos, ou seja, quem se opõem à equidade¹

A iniquidade está associada ao ato de ser mau, injusto e perverso. Uma pessoa iníqua transgride às leis e normais morais e éticas sem qualquer tipo de ressentimento ou escrúpulos. A iniquidade está, normalmente, relacionada com o cinismo e a falta de caráter.

A criminalidade, pecado ou injustiça são algumas das ações de quem pratica a iniquidade.


Iniquidade na bíblia


A iniquidade é o desrespeito e negação das leis e mandamentos sagrados do Eterno, sendo mencionada diversas vezes no Tanach,² e na Bri't Hadasha³ da Bíblia Sagrada.

A iniquidade pode ser considerada um pecado, mas de uma forma mais agravante. Segundo a a Palavra do Eterno, o iníquo é o indivíduo que já está acostumado a pecar, não se importando mais com as consequências ou tendo vergonha de cometê-los.



GLOSSÁRIO

¹ - Equidade é o substantivo feminino com origem no latim aequitas, que significa igualdadesimetriaretidãoimparcialidadeconformidade.

² - Tanakh: É um acrônimo utilizado dentro do judaísmo para denominar seu conjunto principal de livros sagrados, sendo o mais próximo do que se pode chamar de uma Bíblia judaica. O conteúdo do Tanakh é equivalente ao Antigo Testamento cristão, porém com outra divisão.

³ - Brit hadashá – Nova Aliança, conhecida atualmente por “Novo Testamento"

terça-feira, 10 de julho de 2018

Carta do Apóstolo - Não brinque com a carne

QUEM BRINCA COM AS OBRAS DA CARNE, NÃO É UM HOMEM CHEIO DE GRAÇA E SIM UM MENTECAPTO.

Filhinhos, graça e paz a vós outros da parte daquele que era, que é que já habita em vós, a saber Jesus Cristo. Eu, servo e apóstolo de Cristo venho por meio desta advertir aos santo e eleitos que não brinquem com as obras da carne.
Aos sãos de alma e que já conhecem a graça e sabem que Cristo já levou sobre si nossos pecados e que já somos livres do pecado, não devem se aproveitar desta sabedoria para brincarem com as concupiscências da carne
Pois a carne é um embuste.
Lembre-se sempre de que a carne milita contra o espírito, e esta batalha é constante, sendo assim não é uma batalha intermitente, que ora se tem vontade e ora não tem. A luta da carne contra o espírito é contínua e que não dá trégua. Por isto venho vos advertir para serdes vigilantes para que não caiam em tentação e com isto vos venha consequências trágicas.
 Salomão deixou um grande ensino onde está escrito:
"Diga à sabedoria: “Você é minha irmã”, e chame ao entendimento seu parente; eles o manterão afastado da mulher imoral, da mulher leviana com suas palavras sedutoras." (Prov. 7:4-5)
A carne promete o maior dos prazeres e paga com a maior das desventuras. A carne é o maior de todos os males, cujo nosso irmão apóstolo Paulo vem nos advertir que "a carne para nada se aproveita".
Os prazeres da carne podem até lhe trazer muito prazer, mas no fim a verdade lhe é revelado e suas consequências lhe trazem dor, arrependimento, solidão, doenças e até mesmo a morte. Todos esses males, embora tão graves, não podem afastar uma pessoa de Deus, mas a carne tem a astúcia de colocar na sua alma o vazio e lhe faz acreditar que Deus se afastou de você. Mentira, mentira e mais mentira. É somente isto o que a carne promete e cumpre.  Entre os santos, eleitos e irrepreensíveis, porém, há coração quebrantado, vigilância e boa vontade. Os retos são aqueles que reconhecem, confessam e abandonam as obras da carne. Os retos são aqueles que encontram o favor imerecido de Deus, e creem que já receberam o Seu perdão e estão isentos da culpa, mas não livres das consequências. Por isto meus filhinhos, selos do meu apostolado, fiquem longe das obras da carne e permaneçam em oração de gratidão pela obra salvífica de Cristo, pois outrora éramos todos condenados e destituídos da glória do Senhor.
Assim termino minha missiva, mandando um abraço fraterno com ósculo santo a todos os meus irmãos em Cristo.
Apóstolo Pedro Cordeiro.
Missiva de 10 de julho de 2018



terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Sonhos ou fantasias? Você decide!




Muitas vezes pensamos em desistir, pois bate o desânimo de não ter conquistando um sonho ou pelo menos vivenciado uma pequena parte dele, e surge a crise existencial e junto vem a famosa dúvida: Para que nasci, para que sirvo e qual o propósito da minha existência?

Uma total queima de fusíveis mental começa para melhor elucidar as questões de sentido da vida. Uma de suas categorias fundamentais, por exemplo, a vontade de sentido vista como inscrita na própria existência, é retirada do inquieta cordis de Agostinho.

O sentido da vida se inicia como resposta a uma vontade de sentido do qual o ser humano é portador, e vai percorrendo um trajeto do coração à ação responsável por um sentido que vai se configurando com projeto de vida e que o médico filósofo vienense chama de patodiceia (FRANKL,1978: 243).

Sendo algo que habita no profundo do humano, essa vontade de sentido opera como a categoria Mistério do qual o humano não detém controle, mas antes o interpela, pois não é o humano que faz a pergunta de sentido à vida, mas sim a Vida que o faz, tal qual o cor inquietum agostiniano.

Já passou por isto? Uma inquietude no coração onde não se acha a resposta e fica olhando para o passado ou pensando no futuro e desenhando o presente com lágrimas que percorrem a via crusis da sua trajetória de vida abalada por uma incoerência de fatos ordinários que desfalecem sua mente para a real certeza da sua existência neste mundo.

Muitas vezes este sentimento ocorre por dois motivos, ou por você ser um filósofo ou por ser um ser humano comum amargurando a alma por não ter realizado grandes feitos ou vivido um grande sonho ou sonhos. 

Mas sonhos são para serem realizados e se assim não for feito se tornarão mera fantasia desvairada de uma mente insana, débil e apostada, pois se eu almejo algo que tenho muita paixão em realizar eu lhe garanto que toda dificuldade do mundo será apenas lenha para aquecer e propulsionar a locomotiva que tem como destino o sucesso via satisfação da minha alma em realizar a paixão que minha mente desenhou impulsionado pelo meu coração.

Infelizmente existem pessoas que não conseguem e não irão conseguir realizar seus sonhos e eles descerão com esta pessoa o túmulo. O cemitério esta cheio de túmulos carregados de sonhos que se tornaram fantasias e morreram junto com seus sonhadores. Por isto lute pelos seus sonhos, acalme o seu coração e junte a fé e a razão para alcançar e realiza-los.

Mas é como eu disse, nem toda pessoa realizará os seus sonhos, mas deixe eu te falar uma coisa... Quando um sonho não é realizado nós mesmos somos o culpado, pois quando se tem paixão, se "corre atrás" para que se concretize. Então neste caso eu lhe aconselho caro(a) leitor(a), ore muito. Busque ao Senhor com intensidade, pois a oração lhe capacitará a desenvolver esta paixão por seus sonhos e irás conseguir buscar forças para lutar e conquistar.

Graça e paz abençoados!!!
Anjos ministrando a seu favor
Aba Pai
Pedro Cordeiro, Servo, Apóstolo, Pastor e Ministro da Nova Aliança

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Nova Rádio Deste Ministério

Ola povo de Deus, povo abençoado que vai morar no céu!
Estamos com ótima novidade. Estamos com uma rádio na web que se chama RÁDIO KAIRÓS e estamos ainda em fase de implantação da rádio, mas a rádio já toca louvores 24hs por dia. Faça uma visita, ouça, curta, compartilhe e divulgue. Ajude este ministério com sua participação e divulgação.
Deus seja louvado.
Eis o endereço da rádio
http://radiokairos.site.com.br/
Façam o download do nosso aplicativo
clique aqui para baixar no seu android e ouça a melhor rádio evangélica do momento
https://goo.gl/B9PZRe

Para baixar o aplicativo do MINISTÉRIO que já vem com a rádio acesse o link abaixo
https://drive.google.com/open?id=151gYZYIeyFoBF_15pAOEieyRpigrU7hc
Rádio Kairós - Porque o tempo de Deus na sua vida é agora!!

Graça e paz abençoados!!!
Anjos ministrando a seu favor
Aba Pai
Pedro Cordeiro, Servo, Apóstolo, Pastor e Ministro da Nova Aliança

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Teria mesmo o nome de Saulo mudado para Paulo?


É corrente no meio cristão evangélico a ideia de que, após sua conversão, Saulo teve seu nome mudado por Deus para Paulo. Mas será que, realmente, ocorreu essa alteração no nome daquele que se tornou um dos mais destacados apóstolos na pregação do Evangelho de Cristo? Vamos analisar o que a Bíblia nos apresenta.

A Bíblia traz alguns relatos de pessoas que tiveram o nome mudado por Deus em alguma ocasião, e isso é registrado de forma clara. Podemos citar, por exemplo, Abraão, que, antes, era chamado Abrão.
Em dado momento, Deus modifica o nome de Abrão para Abraão (Gn 17.5), que trazia um significado coerente com os planos que Deus tinha para ele e sua descendência. A sua esposa, Sarai, também teve o nome mudado para Sara (Gn 17.15).

A partir de então, a Bíblia sempre registra os seus nomes como Abraão e Sara.

Jacó também teve o seu nome mudado por Deus, passando a se chamar Israel (Gn 32.28), nome este pelo qual o povo do Altíssimo também foi chamado, visto se tratar da descendência de Jacó, ou seja, as 12 tribos se originaram de seus 12 filhos.

Note-se que o texto bíblico é explícito ao afirmar que essas pessoas tiveram seus nomes mudados por Deus, não deixando nenhuma margem a dúvidas.

Com relação a Saulo, qual é a passagem bíblica que informa a mudança de nome? Será que ela existe? Vejamos o que as Escrituras nos mostram sobre esse tema.

Saulo era um fariseu, homem de elevado conceito entre os judeus, dono de profundo conhecimento da Lei de Deus, e gozava de posição destacada como um dos líderes religiosos. Ele recebeu autorização dos principais líderes para que perseguisse os cristãos.


Ocorre que, no capítulo 9 do Livro de Atos dos Apóstolos, a história de Saulo sofreu uma guinada completa, pois ali é narrado o seu encontro com Jesus na estrada de Damasco, ocasião em que foi assim chamado por Jesus: “Saulo, Saulo” (Atos 9.4).

Na sequência da narrativa bíblica, Jesus ordena que Ananias compareça a determinada casa e procure por Saulo (o texto ainda traz o nome Saulo, conforme Atos 9.11).

Em cumprimento à ordem de Cristo, Ananias vai até o local designado e impõe as mãos sobre Saulo, que volta a enxergar. No texto ele continua sendo identificado como Saulo (Atos 9.17).

Assim que ele começou a pregar nas sinagogas, ensinando o Evangelho de Cristo, a Bíblia ainda o identificava como Saulo (Atos 9.22 e 25).

O capítulo 10 de Atos não faz referência a ele, mas no capítulo 11 seu nome volta a ser mencionado, e novamente como Saulo (Atos 11.25). É interessante notar que no versículo 26 vemos que ele e Barnabé permaneceram um ano em Antioquia, e quando partiram para lá já fazia algum tempo que Saulo havia passado pela conversão, mas seu nome continuava o mesmo. Veja-se que no versículo 30 o nome Saulo foi empregado para identificá-lo.

Em Atos 12.25 há nova menção a Saulo, ainda sem nenhuma mudança de nome.

Bem, a esta altura, já podemos concluir que a afirmação de que o seu nome foi mudado de Saulo para Paulo na conversão não encontra amparo na Bíblia, pois por muito tempo ele continuou a ser identificado como Saulo.

Prosseguindo, chegamos ao capítulo 13 de Atos. Logo no versículo 1 temos nova menção ao apóstolo, e qual foi o nome utilizado? Isso mesmo, Saulo! Ele foi citado dentre os profetas e mestres que havia na igreja de Antioquia.

Agora, observe-se a ordem que eles receberam do Espírito Santo no versículo 2:

“E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado.” (Atos 13.2)

O Espírito Santo se refere a esse apóstolo como Saulo! Bem, se o seu nome tivesse sido mudado por ocasião da conversão, é claro que o Espírito Santo não utilizaria o nome velho, mas, sim, o novo!

Dando início à missão que lhes fora dada pelo Espírito Santo, Saulo e Barnabé chegaram à ilha de Pafos, e foram chamados pelo procônsul Sérgio Paulo, que pretendia ouvir o que eles pregavam. O texto bíblico novamente utiliza o nome Saulo, conforme se vê no versículo 7.

Mas agora finalmente chegamos ao texto chave para entendermos se de fato Deus mudou o nome de Saulo para Paulo: Atos 13.9, que assim nos diz:

“Todavia, Saulo, também chamado Paulo...” (Atos 13.9).

Não há mistério aqui: a Bíblia é muito clara ao dizer que Saulo TAMBÉM era chamado Paulo. O que isso significa?

Saulo tinha dupla cidadania. Ele era judeu, mas também era cidadão romano (Atos 16.37-38; 22.25-29). Saulo era seu nome judeu, e Paulo era o seu nome romano. Portanto, ele tinha dois nomes, e poderia ser chamado por qualquer deles. Mas enquanto estava entre os judeus, por questões lógicas ele utilizava o seu nome judeu. Ao ser enviado a pregar aos gentios, mostrou-se mais coerente e aproveitável usar o nome romano, até como uma forma de melhor aceitação entre os não judeus.

Portanto, o nome de Saulo continuou a ser Saulo até o fim de sua vida, da mesma forma que continuou a ser também Paulo, pois não houve mudança como muitos creem, entretanto, visto que seu ministério foi mais voltado aos gentios, a partir de Atos 13.9 e também em suas epístolas ele passou a se identificar apenas como Paulo, seu nome romano.


Paulo de Tarso nasceu judeu, “circuncidado no oitavo dia, da raça de Israel, da tribo de Benjamim, um hebreu parente dos hebreus, em observância da lei dos fariseus” (Filipenses 3,5)

O nome hebreu dado de seus pais a ele era Saulo, mas, como seu pai era um cidadão romano (e, no entanto, Saulo herdou a cidadania romana), Saulo também tinha o nome latino “Paulo” (Atos 16,37), o costume de dois nomes começou a se tornar comum nessa época.

Como ele nasceu em um ambiente fariseu rigoroso, o nome Saulo era o nome mais adequado para usar. Mas depois de sua conversão, Saulo decidiu mudar seu nome para anunciar o Evangelho aos gentios, então ele “limpou” o seu nome romano e se tornou conhecido como Paulo, nome que era conhecido entre os gentios.

Adotar um nome romano fazia parte do estilo missionário de Paulo. Seu método era se aproximar das pessoas e lhes transmitir o Evangelho numa linguagem e estilo nos quais elas poderia entender. Nós deveríamos copiar de Paulo o seu trabalho apologético. Não, nós não precisamos adotar outros nomes, mas nós deveríamos nos empenhar mais na anuncio para as pessoas. Nós deveríamos anunciar para as pessoas no estilo delas, o máximo que pudermos, e querer as ajudar a resolverem seus problemas. Nós não devemos levantar polemicas sobre as pessoas sem antes as terem conhecido.

Como Paulo explicou:

“Embora eu seja livre em relação a todos, tornei-me o servo de todos, a fim de ganhar o maior número possível. Com os judeus, comportei-me como judeu, a fim de ganhar os judeus; com os que estão sujeitos à Lei, comportei-me como se estivesse sujeito à Lei – embora eu não esteja sujeito à Lei -, a fim de ganhar aqueles que estão sujeitos à Lei.  Com aqueles que vivem sem a Lei, comportei-me como se vivesse sem a Lei, – embora eu não viva sem a lei de Deus, pois estou sob a lei de Cristo -, para ganhar aqueles que vivem sem a Lei. Com os fracos, tornei-me fraco, a fim de ganhar os fracos. Tornei-me tudo para todos, a fim de salvar alguns a qualquer custo. Faço tudo isto por causa do Evangelho, para me tornar participante dele”. (1 Coríntios 9,19-23)

Para concluir, esclareço que era comum pessoas serem conhecidas por dois nomes naquele tempo. É o caso, por exemplo, de Silas, que também era chamado Silvano. Ele era judeu, mas tinha cidadania romana assim como Paulo (Atos 16.19 e 37-38). Silas seria a forma grega de seu nome, e Silvano, conforme estudiosos, seria a forma latinizada desse mesmo nome, sendo citado em algumas cartas de Paulo (2Cor 1.19; 1Tes 1.1 e 2Tes 1.1).

Mas, não importa qual era o nome desses servos de Deus, se Saulo ou Paulo, Silas ou Silvano, pois o que deve ocupar nossa mente é o exemplo que eles deixaram, tendo se dedicado ao Senhor Jesus com amor e abnegação, expondo a própria vida para que muitos conhecessem o Evangelho de Cristo.

Que esses homens e outros mais que constam na Bíblia nos sirvam como motivação para não desanimarmos diante das pressões e adversidades, mas prosseguirmos confiando em Deus, sendo fiéis e não nos conformando ao presente mundo, seguindo o grande exemplo do Mestre Jesus.

Graça e paz abençoados!!!
Anjos ministrando a seu favor
Aba Pai
Pedro Cordeiro, Servo, Apóstolo, Pastor e Ministro da Nova Aliança